Aprender fazendo
As crianças participam cantando, explorando sons, movimentando-se e experimentando diferentes formas de expressão musical.
Experiências musicais planejadas para escolas e creches, com cantigas, brincadeiras, instrumentos, movimento e escuta — respeitando cada etapa da infância.
Atendimento para escolas, creches e instituições de ensino.
A CantArte leva musicalização a escolas e creches por meio de aulas que unem cantigas, brincadeiras, instrumentos de percussão e movimento. A criança é convidada a descobrir a música com o corpo, a voz e a escuta.
As crianças participam cantando, explorando sons, movimentando-se e experimentando diferentes formas de expressão musical.
As propostas valorizam a participação, a curiosidade e a expressão individual, sem exigir que todas as crianças respondam da mesma maneira.
As atividades são organizadas com objetivos musicais e adequadas à etapa de desenvolvimento atendida.
Gabriel do Espírito Santo Moura · Educador musical, coordenador pedagógico e CEO da CantArte.
A sequência é uma referência flexível: duração, materiais e atividades são adaptados à faixa etária, ao contexto e à resposta do grupo.
Canção de boas-vindas, chamada cantada e roda inicial.
Palmas, pés, respiração, sons da voz e preparação para a escuta.
Cantigas de roda, parlendas e brincadeiras cantadas.
Percussão, instrumentos adequados e materiais sonoros seguros.
Rápido/lento, forte/fraco, pausas e expressão corporal.
Invenção de ritmos, sons, histórias e pequenas ideias musicais.
Apreciação de timbres, músicas e histórias musicadas.
Retomada da vivência, cuidado com os instrumentos e despedida cantada.
No ensino fundamental, a flauta doce pode integrar a exploração, a criação e a prática coletiva, conforme a proposta e a organização da turma.
As atividades e a duração das vivências devem considerar a idade, o grupo e a rotina de cada instituição. Estas são as etapas atendidas descritas pela CantArte.
6 meses a 2 anos
Canções, sons, escuta, movimento e interação com o educador em experiências adequadas aos pequenos.
3 a 4 anos
Cantigas, jogos rítmicos, exploração de sons e brincadeiras musicais com participação ativa.
5 a 6 anos
Ritmo, movimento, escuta, criação e brincadeiras que incentivam a expressão musical.
Conforme a turma
Ampliação das vivências musicais, com iniciação à flauta doce como possibilidade pedagógica, conforme a proposta da escola.
A estrutura pode combinar diferentes momentos para manter as crianças envolvidas e criar uma experiência musical variada.
Conversar sobre as aulas ↗Canções de chegada e atividades corporais ou vocais para iniciar a vivência.
Rimas, canções, jogos de repetição e brincadeiras musicais.
Descoberta de timbres, pulsação e contrastes sonoros com instrumentos e materiais adequados.
Atividades com ritmo, deslocamento, gestos e espaço para experimentar ideias musicais.
Momentos de escuta ativa, histórias musicadas ou músicas tranquilas e uma conclusão da atividade.
A música pode criar contextos ricos para explorar habilidades e conviver. Os resultados dependem da proposta, da frequência e das características de cada criança; não são garantidos de forma igual para todos.
Jogos de silêncio, pulsação, contraste e reconhecimento de sons incentivam a escuta atenta.
Cantigas, rimas e repetições oferecem oportunidades para brincar com palavras e sons da fala.
Gestos, dança e instrumentos permitem experimentar ritmo, espaço e diferentes movimentos.
Improvisar, inventar sons e escolher maneiras de participar amplia as possibilidades de expressão.
Cantar e tocar em grupo cria oportunidades para esperar a vez, escutar o outro e cooperar.
A música integra o componente Arte na educação básica e pode ser trabalhada em diálogo com o projeto pedagógico da instituição.
Cada instituição tem sua rotina, suas turmas e suas prioridades. A conversa inicial ajuda a entender o contexto e a apresentar uma proposta compatível com as necessidades da escola.
A proposta valoriza a música como linguagem artística, experiência cultural e oportunidade de aprendizagem. As referências abaixo são leituras complementares, não promessas de resultados individuais.
Uma pesquisa acompanhou crianças que participaram de aulas estruturadas de música e investigou associações com algumas habilidades cognitivas.
Ler a fonte original ↗Reportagem sobre estudos que investigam a relação entre experiências musicais e o processamento dos sons da fala, considerando o contexto da pesquisa.
Ler a reportagem ↗A Lei nº 11.769/2008 alterou a LDB quanto à música no componente curricular Arte; a Lei nº 13.278/2016 explicitou as linguagens artes visuais, dança, música e teatro. A aplicação curricular depende da organização educacional vigente.
Consultar a Lei nº 13.278/2016 ↗As referências científicas são apresentadas como informação complementar. A página não afirma que aulas de música, isoladamente, garantam melhora de notas, leitura ou desenvolvimento cognitivo.
Algumas informações para facilitar o primeiro contato.
A proposta apresentada contempla bebês a partir de 6 meses, maternal, pré-escola e ensino fundamental. O formato é alinhado às características de cada turma.
O primeiro passo é conversar sobre a instituição, as turmas, a frequência desejada e a rotina escolar. Com essas informações, é possível discutir o formato de atendimento e a proposta comercial.
A proposta pode ser discutida com a coordenação para alinhar objetivos e rotina. Esse alinhamento deve ser combinado com cada instituição.
Entre em contato pelo WhatsApp ou e-mail e informe as faixas etárias atendidas, a quantidade aproximada de turmas e a frequência que deseja avaliar.
Conte um pouco sobre a instituição e vamos entender como a musicalização pode fazer parte da rotina escolar.